clik e veja

A Arca do Zé Colméia Abertura da novela Os Ricos Também Choram 1982 abertura de novelas Abertura Fantástico 1976 Abertura Jornal Nacional 1972 Abraço e Aperto de Mão ou Pêra Alô Angélica: Vou de Táxi (clip) angelo maximo ANOS 80 ANTONIO MARCOS A SAUDADE QUE FICOU anuncios aprender matemática AQUI E AGORA araci de almeida armazem atores Baile Funk Anos 70 balão magico Bibo Pai e Bobi Filho bicicleta Bonanza bozo brincadeiras brinquedos cai no poço Beijo cantigas de roda Cantores Brasileiros dos anos 70 Carequinha - Palhaço Carrinho de rolemãs carros carros que deixaram saudade chacrinha Chaparral CHiP's (1977) Chocolate Surpresa Cicciolina Clube do Mickey - SBT comerciais Cotonetes Johnson Johnson Banheira 1978 Cremogema Cynira Arruda linda mussa dos anos 70 nu artistico desenhos DESPERTADOR doces Docura I Love Lucy à Brasileira Dominó: Companheiro eletro domesticos emulsão de scott Enceradeira Arno anos 70 enciclopédia Barsa Universa EXTRATO DE TOMATE Fernando Mendes fichas de telefone filmes fita cassete fita k7 FUTEBOL Galinha Mag Geizibel menina de oito anos. George Baker Selection Una Paloma Blanca girias dos anos 70 GRANDE FAMÍLIA - Abertura 1ª Versão 1972-1975 grande musa dos anos 70: Nádia Lippi Grande Sertão: Veredas Grupo Dominó Ela Não Gosta de Mim HUMOR JERRY LEWIS João Figueiredo jovem guarda Jovem guarda Giane Angelita Jovem guarda - Diana - Ainda queima a esperança Juninho Bill e Simony antes da fama Kátia D'Angelo ki suco KOLINOS lambreta Leite de Magnésia Phillips livros livros leitura escola primaria Lojas Arapuã Luan Vanessa Quatro Semanas de Amor Lucelia Santos Luma de Oliveira Maçã. MAQUINA DE COSTURA maquina fotografica menudos Mio e Mao - década de 70 mizena Mobral monocolos de fotografias motos moveis de formica musicas Mussum trapalhoes nadia lipp namor neocide Nika Costa On My Own- novelas O Homem Invisível (1975) - abertura dublada o principe submarino obigetos os gatoes os trez pateta ovinhos do Sal Cisne padre zezinho Patricia Marx certo ou errado perfumes picole Pique Esconde pirulito zorro pomada minancora Pornochanchadas: Os cartazes de filmes nacionais mais ‘provocantes’ da história Praça da Alegria 1974 programas de auditorio propaganda Rádios dos Anos 70 Raízes 1977 ranbo rede clobo no passar dos anos Rede Manchete refrigerantes retrospectivas Revista roupas rpm sandra brea sapatos saudades seriados shanpu Shazan silvio santos SIMONY QUANDO CRIANÇA NO RAUL GIL 1979 sitio do pica pau amarelo som Sonia Braga super herois T.V. Pirata tabuada TARZAN Tema de Lara topo gigio Tostines vende mais porque é fresquinho trem da alegria Trem da Alegria Pique Pega Trem da Alegria - uma história de Sucesso Trem da Alegria brincando no Viva a Noite tv coloso tv pirata Uri Geller entorta talheres Uva variedade video de muia coisa variada dos anos 80 video de muita coisa variada dos anos 80 vila sessamo Vinhetas da Rede Globo Vinhetas Das Sessões De Filmes Dos Anos 70 vitasay Xerife xispa ze betio

xororó du goias canta paixão de homem

Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador livros. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Livro de leitura da primeira classe 1967

Deste livro de leitura da primeira classe, bem como do livro de leitura da segunda classe, mantenho um fascínio pelas belas ilustrações da Maria Keil e do Luis Filipe de Abreu, dos quais mais tarde procurei vasculhar e guardar algumas ilustrações que enriqueceram outras publicações. Ambos têm um traço e estilo inconfundíveis. Muito da memória destes dois livros de leitura fundamentam-se nas ilustrações. Ontem, como hoje, a ilustração continua a exercer essa magia e fascínio nas crianças, ajudando-as a entrar no mundo da fantasia e dos sonhos e que, na justa realidade, há-de acompanhá-las pela vida fora.

Quem com o tempo esqueceu ou apagou as memórias do seu livro de leitura da primeira classe, certamente que já perdeu um pouco de si próprio e da sua infância. A vida é mesmo assim, mas por isso importa e justificam-se as recordações, porque, como alguém diz, isso é viver. Ou reviver, talvez.


livro de leitura da primeira classe ceia de natal


O novo livro de leitura da 4ª classe - 1973



livro da quarta classe 1973 01

livro da quarta classe 1973 02

Hoje falo do livro escolar " O novo livro de leitura da 4ª classe", uma edição de 1973 da Porto Editora, de autoria de António Branco.
O livro, com capa dura, apresenta as dimensões de 150 x 210 mm, com 144 páginas.
Sendo um dos últimos manuais do tempo de Estado Novo, imediatamente anterior ao 25 de Abril de 1974, é simultaneamente um dos melhores livros de leitura do ensino primário de sempre, quer pela qualidade e diversidade dos textos, quer pelas excelentes ilustrações de Eugénio Silva e pela sua qualidade gráfica geral. Por outro lado, António Branco era um autor experiente que produziu excelentes edições de manuais para o ensino primário, nomeadamente nas disciplinas de História e Ciências Geográfico-Naturais. É caso para se dizer que hoje já não se fazem livros assim.
Para além da qualidade geral do livro, de referir a introdução de histórias com recurso à técnica da banda desenhada, uma das especialidades do ilustrador.

livro da quarta classe 03

livro da quarta classe 04

livro da quarta classe 05

livro da quarta classe 06

livro da quarta classe 07

livro da quarta classe 08

livro da quarta classe 09

livro da quarta classe 10

livro da quarta classe 11

livro da quarta classe 12

livro da quarta classe 13



livro da quarta classe 14


domingo, 26 de abril de 2009

fiz u pre com seta cartilha lenbro detalhe dela ate hoje


Caminho Suave é uma obra didática, uma cartilha de alfabetização, concebida pela educadora brasileira Branca Alves de Lima (1911-2001), que se tornou um fenômeno editorial. De acordo com o Centro de Referência em Educação Mário Covas, calcula-se que, desde 1948 quando teve sua primeira edição, até meados da década de 1990, foram vendidos 40 milhões de exemplares dessa cartilha.
Em 1995, Caminho Suave foi retirada do catálogo do Ministério da Educação (portanto, não é mais avaliada), em favor da alfabetização baseada no construtivismo. Apesar de não ser mais o método "oficial" de alfabetização dos brasileiros, a cartilha de Branca Alves de Lima ainda venda cerca de 10 mil exemplares por ano.

[editar] Método de Alfabetização pela Imagem
Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, em 1997, Branca Alves de Lima relatou que quando começou a lecionar, em cidadezinhas no interior paulista, a prática pedagógica para alfabetização se chamava "método analítico". Com o fim do Estado Novo, em 1945, as autoridades do MEC chegaram à conclusão que o "método analítico" não funcionava e estava superado, e deram liberdade didática aos professores.
Foi observando a dificuldade de seus alunos, a maioria oriundos da zona rural, que Branca Alves de Lima criou o método que ela própria denominou "alfabetização pela imagem". A letra "a" está inserida no corpo de uma abelha, a letra "b", na barriga de um bebê, o "f" fica instalado no corpo de uma faca, a letra "o", dentro de um ovo e assim por diante.
Especialistas em pedagogia afirmam que "Caminho Suave" e "Sodré" (de Benedita Stahl Sodré, autora da Cartilha Sodré) são os únicos métodos realmente brasileiros de alfabetização em português. O método da cartilha Caminho Suave começa pelas vogais, forma encontros vocálicos e depois parte para a silabação. O sucesso editorial seria devido ao fato de unir o processo analítico ao sintético, facilitando o aprendizado.
Explica Maria Sirlene Pereira Schlickmann no ensaio "As cartilhas no Processo de Alfabetização" , in Revista Linguagem em (Dis)curso, volume 2, número 1, jul./dez. 2001 (Unisul)
"a) método sintético: obedece uma certa hierarquização, vai da letra ao texto através da soletração e silabação;
b) método analítico: este método ganha maior importânica na década de 30 com a ascensão da psicologia, quando a maior ênfase é dada aos testes de maturidade psicológica.
Com o passar dos tempos, foram surgindo cartilhas que misturavam o método sintético e o analítico, o que o levou a ser chamado de Método Misto. Como exemplo, podemos citar a cartilha Caminho Suave, publicada em 1948 por Branca Alves de Lima, que traz toda a fase do período preparatório".

[editar] Ferramentas de Apoio
A cartilha que alfabetizou 40 milhões de brasileiros, em 50 anos, ganhou ferramentas de apoio desenvolvidas pela educadora Branca Alves de Lima. Eram cartazes, cartazetes, carimbos, baralhos e livros de exercício (na década de 1980).
fonte da historia[http://pt.wikipedia.org/wiki/Caminho_Suave]